Elogio da Loucura #9

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Autor: Erasmo de Rotterdam
Editora: Hemus
Ano: 2008
Páginas: 143

 

Apenas se costuma fazer a defesa da verdade quando não se é atingido por ela

Esse clássico livro escrito em 1509 apresenta a loucura. É como se ela (loucura) narrasse suas aventuras e suas perícias no reino dos homens. De forma satírica Erasmo de Rotterdam mostra que a loucura é filha do Deus Plutão, e que possui como companheiros inseparáveis: o amor-próprio, a adulação; a volúpia; a irreflexão; a delícia; o esquecimento; o riso e o sono profundo. A partir dessa genealogia, a obra busca comprovar a presença da loucura nas mais diversas esferas da existência humana, como a velhice, o casamento, a política e a religião. E é justamente sobre este último tema que a obra é mais feroz. Erasmo ataca não só monges, padres e sacerdotes, com também ironiza diversos ritos católicos da época. Tem uma linguagem mais rebuscada, o que tende a dificultar um pouco seu entendimento. Mas nada que prejudique a excelência do livro.

Imagem destacada: Retrato de Erasmo de Rotterdam Redação, óleo sobre tela de Hans Holbein, o Jovem, datado de 1523.

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Até a próxima!

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