Filmes de Guerra, Canções de Amor #17

Beasts of No Nation

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Ano: 2015
Direção: Cary Fukunaga
Elenco: Idris Elba, Abraham Attah, Ama K. Abebrese, Grace Nortey.
Duração: 137min

Um filme forte. Essa é uma boa definição desse filme. Beasts of no Nation conta a história de Agu, um menino que tem sua infância encurtada pela guerra. Uma guerra civil está surgindo em um país da África Ocidental não especificado. Agu, vive em uma pequena aldeia com seus pais, irmão mais velho, e dois irmãos mais novos. Mas quando a aldeia em que mora é atacada e ele vê toda a sua família morrer, não resta nada que não seja fugir. Agu escapa para a selva e depois de vagar por um período, ele é apanhado em uma escaramuça de guerrilha. Uma facção rebelde em ascensão no país, adota Agu. Os rebeldes são liderados por um comandante, que toma Agu sob sua asa. Depois de sofrer um brutal processo de iniciação, Agu se torna um membro de pleno direito da milícia.

E então acompanhamos o guerrilheiro Agu através de sua batalha para sobreviver. Sendo provado a todo momento, vendo sua pureza ser violada por um comandante tirânico, mas que mantém sua imagem de salvador. Agu nunca mais será um menino. Ao não nomear o comandante e o país, o diretor abrange todos os que sofrem com a guerra ao redor do mundo.

Um filme forte, que mostra como a guerra destrói tudo e todos. Segue o trailer:

Henry Purcell – Music for the Funeral of Queen Mary

A Rainha Maria II morreu em 28 de dezembro de 1694, mas seu funeral na Abadia de Westminster só ocorreu em março de 1695. Henry Purcell compôs um cenário de seis das sete sentenças do Serviço de Enterro Anglicano. A abertura dessa canção ficou famosa na trilha sonora do filme Laranja Mecânica. Mas além da parte orquestrada, há um coro muito bonito que entoa alguns versos. Alguns muito simbólicos, como esse:

Yet, O Lord, O Lord most mighty,
O holy and most merciful Saviour,
deliver us not into the bitter pains
of eternal death

Além disso, na minha opinião, essa música tem muito em comum com o filme. Ao ouvi-la sentimos todo o poder que a nossa vida tem, e tudo o que perdemos quando colocamos nossas virtudes em jogo. Vamos ouvir:

Na imagem destacada o quadro Queen Mary II, de Jan Verkolje – 1685.

Até a próxima!

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