Medeia #55

O que fazer quando toda a sua vida vira de cabeça para baixo? Quando o marido troca a esposa por outros interesses? Onde ficam os filhos no momento da vingança? Até onde vai a vingança de uma mulher traída?

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Antígona #3

Todos quantos pensam que só eles têm inteligência, e o dom da palavra, e um espírito superior, ah! esses, quando de perto examinamos, mostrar-se-ão inteiramente vazios!

Otelo #6

Shakespeare mostra que devemos ter cuidado com todos, com aqueles que mostram fidelidade, com aqueles que demonstram nos querer bem. Pois o autor não cansa de nos alertar: o Homem está só no mundo e, a menos que busque decepção, precisa manter-se firme em suas próprias convicções sem se deixar abalar.

Os Dez Dias que Abalaram o Mundo #54

Esse livro apresenta um relato in loco de quem esteve presente na maioria das reuniões, ao lado de Lênin e Trotski, ouvindo os discursos inflamados de bolcheviques e mencheviques, de soldados e marinheiros, operários e camponeses. Reed é partidário da revolução, seu discurso é carregado de um parcialidade latente, mas nem por isso deixa de ser um livro especial. 

Fundação #1

“Quando o Império Galáctico começou a morrer nas suas fronteiras, quando os confins da Galáxia reverteram à barbárie e se afastaram, Hari Seldon e seu bando de psicólogos plantaram uma colônia, a Fundação, bem aqui no meio da confusão, para que pudéssemos incubar a arte, a ciência e a tecnologia, além de formar o núcleo do Segundo Império.”

Soundtrack from the Film More (1969) – Pink Floyd #8

O Pink Floyd ainda estava se organizando após a saída de Barrett, quando recebeu um convite do diretor Barbet Schroeder para elaborar a trilha sonora de um filme que iria dirigir. O filme conta a história de uma estudante alemã que vai para Ibiza e se envolve com drogas, especialmente heroína, além de versar sobre juventude, liberdade, mais drogas e psicodelia. Um retrato cultural bastante simbólico e denso do final dos anos 1960 e que se encaixa perfeitamente com o estilo do Pink Floyd.

O Vermelho e o Negro #53

Apesar de esconder-se atrás de mentiras, Stendhal sempre falou a verdade dos sentimentos humanos. O título do livro é alvo de muitas dúvidas. Estaria o autor se referindo ao vermelho do sangue derramado pela revolução e o negro da batina do padre? Ou seria uma referência ao vermelho da força do exército napoleônico e o negro de sua humilhante derrota?