Holocausto Brasileiro #59

Os relatos são chocantes, as fotos impactantes. É difícil acreditar que tamanha barbaridade aconteceu no Brasil, com a anuência de consecutivos governos estadual, municipal e federal, com o apoio da Igreja Católica e de renomadas Universidades Públicas, além da participação de um corpo médico permanente.

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O Crime do Padre Amaro #57

E quem inventou isso? Um concílio de bispos decrépitos, vindos do fundo de seus claustros, da paz das suas escolas, mirrados como pergaminhos, inúteis como eunucos! Que sabiam eles da natureza e de suas tentações?

Otelo #6

Shakespeare mostra que devemos ter cuidado com todos, com aqueles que mostram fidelidade, com aqueles que demonstram nos querer bem. Pois o autor não cansa de nos alertar: o Homem está só no mundo e, a menos que busque decepção, precisa manter-se firme em suas próprias convicções sem se deixar abalar.

Os Dez Dias que Abalaram o Mundo #54

Esse livro apresenta um relato in loco de quem esteve presente na maioria das reuniões, ao lado de Lênin e Trotski, ouvindo os discursos inflamados de bolcheviques e mencheviques, de soldados e marinheiros, operários e camponeses. Reed é partidário da revolução, seu discurso é carregado de um parcialidade latente, mas nem por isso deixa de ser um livro especial. 

Fundação #1

“Quando o Império Galáctico começou a morrer nas suas fronteiras, quando os confins da Galáxia reverteram à barbárie e se afastaram, Hari Seldon e seu bando de psicólogos plantaram uma colônia, a Fundação, bem aqui no meio da confusão, para que pudéssemos incubar a arte, a ciência e a tecnologia, além de formar o núcleo do Segundo Império.”

O Vermelho e o Negro #53

Apesar de esconder-se atrás de mentiras, Stendhal sempre falou a verdade dos sentimentos humanos. O título do livro é alvo de muitas dúvidas. Estaria o autor se referindo ao vermelho do sangue derramado pela revolução e o negro da batina do padre? Ou seria uma referência ao vermelho da força do exército napoleônico e o negro de sua humilhante derrota?